##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

María Pía Rangel

Resumen

Na pesquisa psicossocial, são muitos os supostos que ficam implícitos e invisíveis. Porém, usamos palavras que denotam aspectos concretos cujos efeitos reais nos sujeitos criam processos que promovem qualidade de vida, e também encontramos processos que levam à doença e desajustamento social. Nos últimos tempos é fácilmente observado que o uso da palavra rede entrou de várias formas na linguagem tanto acadêmica, quanto no linguajar cotidiano. No campo acadêmico encontramos estudos sobre vários tipos de redes: na computação, na biologia, ecologia, medicina, antropologia, na lingüística, na psicologia. No mundo midiático, encontramos a mesma palavra, mas com um sentido muito diferente: redes de mafiosos, redes de tráfico, redes de abuso, etc. Para efeitos do entendimento das redes sociais, cuja finalidade é de serem produtoras de processos de qualidade de vida e de saúde, convido a que nós que estamos interessados na compreensão e intervenção psicossocial, com intuito da vida e o bem-estar, trabalhemos dando visibilidade a estas (Rangel & Mari 2007). Para desenvolver esta idéia inicial, vou utilizar uma pesquisa realizada utilizando os operadores teóricos sobre redes sociais, na abordagem ecossistêmica, e três estudos que a constituíram.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Sección
Artículos de investigación