Estrategias de enfrentamiento (Coping) de hijos que tienen la madre o el padre internado en una Unidad de Terapia Intensiva (UTI)

Autores/as

  • Fernanda de Azevedo Lima Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing – Faculdade IBGM
  • Maria Cristina Lopes de Almeida Amazonas Universidade Católica de Pernambuco
  • Walfrido Nunes de Menezes Faculdade Estácio do Recife

DOI:

https://doi.org/10.15332/s1794-9998.2012.0001.10

Palabras clave:

unidad de terapia intensiva, familia, enfermedad, stress, estrategias de enfrentamiento

Resumen

La presente investigación tuvo el objetivo de verificar las estrategias de enfrentamiento utilizadas por hijos que tienen la madre o el padre internado en una Unidad de Terapia Intensiva (UTI). Participaron 30 hijos, de ambos sexos, que contestaron a un cuestionario sociodemográfico y el inventario de estrategias de Coping de Folkman & Lazarus (1985). El procedimiento de análisis del inventario fue: 1) Puntuación obtenida por el participante, en los ítems de cada factor correspondiente a las estrategias de enfrentamiento; 2) Cálculo de los coeficientes de correlación de Spearman, entre las 66 cuestiones del inventario y algunas variables como: religión, franja de edad, escolaridad y filiación. Existe correlación significativa positiva o negativa entre estas variables y algunos ítems del inventario, pero esto no es lo suficiente para afirmar que hay correlación entre las variables y determinadas estrategias. A pesar de que los participantes utilizaran todas las estrategias de enfrentamiento, las predominantes fueron: revaluación positiva (97%); soporte social (93%); y resolución de problemas (77%). Estos datos corroboran los hallazgos de otras investigaciones sobre la temática y pueden subsidiar una práctica más efectiva del equipo de salud junto a esa populación. 

Citas

Barros, S. M. M., Menandro, P .R. M., Trindade, Z. A. (2006). Vivências paternas em UTI neonatal. Psicol. Hosp. V. 4 n. 2 São Paulo, Agosto. Recuperado em 24 de julho de 2011 de: http:// pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1677- 7 4 0 9 2 0 0 6 0 0 0 2 0 0 0 0 3 & s c r i p t = s c i _ arttext&tlng=pt

Batista, M. A. (2004). Presença do sagrado em um momento crítico: internação em uma Unidade de Terapia Intensiva. Rev. Brasileira de Enfermagem, 57, Brasília, Setembro/ Outubro. Recuperado em 28 de dezembro de 2011 de: http://www.scielo.br/scielo. php?pid=S003471672004000500013&script=s ci_arttext&tlng=pt

Bousso, R. S., Angelo, M. (2001). Buscando preservar a integridade da unidade familiar: a família vivendo a experiência de ter um filho na UTI. Rev. Esc. Enfermagem USP, 35(2), São Paulo, Junho. Recuperado em 24 de julho de 2011 de: http://www.scielo.br/pdf/ reeusp/v35n2/v35n2a11.pdf

Brown, G. W. (1974). Meaning, Measurement, and stress of life events.In. B.S., Dohrevend; B.P., Dohrevend. Stressful life events: Their Nature and Effects (217-243). New York.

Cerqueira, R. S. A. R. (2000). O conceito e metodologia de coping: existe consenso e necessidade? In: R.R. Kerbauy (Eds). Sobre o comportamento e cognição: conceitos, pesquisa e aplicação, a ênfase no ensinar, na emoção e no questionamento clínico (pp. 279-289). São Paulo: Ayrbytes.

Chaves, E. C., Cade, N. V., Montovani, M. F., Leite, R. C. B. O., Spire, W.C. (2000). Coping: significados, interferência no processo saúde-doença e relevância para a enfermagem. Rev. Esc. Enferm. USP, 34(4), São Paulo Dez. Recuperado em 30 de dezembro de 2011 de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62342000000400008&lng= en&nrm=iso&tlng=pt

Coletto, M. & Câmara, S. (2009). Estratégias de coping e percepção da doença em pais de crianças com doença crônica: o contexto do cuidador. Revista Diversitas – Perspectivas em Psicologia, 5(1), 97-110.

Faria, J. (2002). Paciente em longa internação: estratégias de enfrentamento dos familiares (coping). Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, USP.

Folkman, S. & Lazarus, R. S. (1984). Stress, appraisal and coping. New York: Springer.

Fortune, D., Richards, H., Kirby, B., McElhone, K. & Rogers, S. (2003). Psychological diestresse impairs clearance of psoriasis in patients treated with photochemotherapy. Arch Dermatol, 139, 752-6.b.

Fos, M. P., Vale, F. A. C. & Speciali, J. C. (2005). Influência da escolaridade na avaliação neuropsicológica de idosos. Arq Neuropsiquiatr, 63(1), 119-126. Recuperado em 20 de: janeiro de 2010 de http://www.scielo.br/pdf/ anp/v63n1/23610.pdf

Hayes, B. E. (2001). Medindo a satisfação do cliente. Rio de Janeiro: Qualitymark.

Ismael, S. M. C. (2004). A família do paciente em UTI. Em J.M., Filho & M., Burd (Org.), Doença e família (pp. 251-257). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kohlsdorf, M. & Costa Júnior, A. L. (2008). Estratégias de enfrentamento de pais de crianças em tratamento de câncer. Estudos de Psicologia I Campinas, 25(3), 417-429, julho-setembro.

Lucchesi, F., Macedo, P. C. M. & Marco, M. A. D. (2008). Saúde mental na Unidade de Terapia Intensiva. Revista SBPH, 1, Rio de Janeiro, Jun.

Mackey, W. C. (1985). Fathering behaviors: The dynamics of the man-child bond. New York: Plenum.

Norberg, A. L., Lindbland, F. & Boman, K. K. (2005). Coping strategies in parents of children with cancer. Social Science & Medicine, 60(5), 965-975.

Noyes, J. (1999). The impacto of knowing your child is critically ill: a qualitative study of mother’s experiences. Journal of Advanced Nursing, 29(2), 427-435.

Nunes, M. A. A. (2004). A ansiedade dos familiares de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva. Travessia, 6(1), p.209- 220, Dez.

Oliveira, J. F. (2004). Estratégias de enfrentamento (coping) dos familiares de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva. Recuperado em 2 de janeiro de 2009 de: http://www.assis.unesp.br/encontrosdepsicologia/ANAIS_DO_XIX_ENCONTRO/45_ Jennifer_de_Fran%E7a_Oliveira.pdf

Osório, L. C. (1996). Família hoje. Porto Alegre: Artes Médicas.

Papalia, D. E. (2006). Desenvolvimento Humano. Bueno, D. (Trad) (8 ed). Porto Alegre: Artmed.

Pestana, M. H. & Gageiro, J. N. (2005). Análise de dados para ciências sociais: a complementaridade do SPSS (4 ed.). Lisboa: Edições Sílabo.

Pinho, L. B. & Santos, M. A. (2008). Dialética do cuidado humanizado na UTI: contradições entre o discurso e a prática profissional do enfermeiro. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 42(1), São Paulo. Recuperado em 24 de julho de 2009 de: http://www.scielo.br/ pdf/reeusp/v42n1/09.pdf

Rodrigues, M. A., Rosa, J., Moura, M. J. & Baptista, A. (2000). Ajustamento emocional, estratégias de coping e percepção da doença em pais de crianças com doença do foro oncológico. Psicologia, Saúde & Doenças, 1(1), 61-68.

Romano, B. W. (1997) A família e o adoecer durante a hospitalização. Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, 5, 58-62. Savóia, M. G., Santana, P. R. & Mejias, N. P. (1996). Adaptação do Inventário de estratégias de coping de Folman e Lazarus para o português. Psicologia USP, 7(1-2), 183-201.

Savóia, M. G. (2000). Instrumentos para avaliação de eventos vitais e de estratégias de enfrentamento (coping) em situações de estresse. In Gorenstein, C., Andrade, L.H. & Zuardi, A.W. Escalas de avaliação clínica em psiquiatria e psicofarmacologia. São Paulo: Lemos-Editorial.

Senna, D. M. & Antunes, E. H. (2004). Abordagem da família: a criança, o adolescente e o idoso no contexto de família. Manual de condutas médicas. Recuperado em 24 de janeiro de 2010 de: www.ids-saude.org.br/medicina.

Shimizu, H. E., Ciampone, M. H. T. (2002). As representações sociais dos trabalhadores de enfermagem não enfermeiros (técnicos e auxiliares de enfermagem) sobre o trabalho em Unidade de Terapia Intensiva em um hospital escola. Rev. Esc. Enfermagem USP, 36(2), São Paulo, Junho. Recuperado em 24 de julho de 2011 de: http://www.scielo.br/ pdf/reeusp/v36n2/v36n2a06.pdf

Silva, M. P. J. (2000). Humanização em Unidade de Terapia Intensiva. In E.A. Cintra, V. M. Nishide & W.A. Nunes (Orgs.). Assistência de Enfermagem ao Paciente Crítico. São Paulo: Atheneu.

Silva, L. & Moreno, V. (2004). A Religião e a experiência do sofrimento psíquico: escutando a família. Maringá, 3(2), 161-168, mai/ ago. Recuperado em 20 de janeiro de 2011 de: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ CiencCuidSaude/article/view/5421/3474

Silva, J. D. T., Muller, M. C. & Bonamigo, R. R. (2006). Estratégias de Coping e níveis de estresse em pacientes portadores de psoríase. An Bras Dermatol, 81(2), Fev.

Spiegel, S. (1993). Estatística não paramétrica. São Paulo: Editora Macgraw-Hill do Brasil.

Trask, P. C., Paterson, A. G., Trask, C. L., Bares, C. B., Birt, J. & Maan, C. (2003). Parent and adolescent adjustment to pediatric cancer: associations with coping, social support and family function. Journal of Pediatric Oncology Nursing, 20(1), 36-47.

Wallau, R. A., Guimarães H. P., Falcão, L. F. R., Lopez, R. D., Leal, P. H. L., Senna, A. P. R., Alheira, R. G., Machado, F. R., Amaral, J. L. G. (2006). Qualidade e humanização do atendimento em Medicina Intensiva. Qual a visão dos familiares? Revista Brasileira Intensiva, 18(1). Janeiro/Março. Recuperado em 28 de dezembro de 2011 de: http://www.scielo.br/ pdf/rbti/v18n1/a09v18n1.pdf

Descargas

Publicado

2012-11-12

Cómo citar

de Azevedo Lima, F., Lopes de Almeida Amazonas, M. C., & Nunes de Menezes, W. (2012). Estrategias de enfrentamiento (Coping) de hijos que tienen la madre o el padre internado en una Unidad de Terapia Intensiva (UTI). Diversitas, 8(1), 151–164. https://doi.org/10.15332/s1794-9998.2012.0001.10

Número

Sección

Artículos