Parentalidad y Resultados en la Salud Mental Infantil: Una Revisión de Alcance
Parenting and Mental Health Outcomes in Childhood: A Scoping Review
Parentalidade e Desfechos de Saúde Mental na Infância: Uma Revisão de Escopo
Resumen (es)
Objetivo: investigar a relação entre parentalidade e desfechos de saúde mental infantil por meio de uma revisão de escopo. Critérios de elegibilidade: Foram incluídos 49 artigos sobre parentalidade e saúde mental infantil no contexto brasileiro, de acordo com os critérios de inclusão previamente estabelecidos. Fontes de informação: As buscas foram realizadas nas bases Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPSIC), utilizando palavras-chave em português e inglês. Métodos de síntese: Inicialmente, foram identificadas 9,432 publicações. Os estudos elegíveis foram analisados quanto aos desfechos de saúde mental infantil investigados e às definições de parentalidade, organizadas por meio de análise de conteúdo. Resultados principais: Observou-se média de 3.5 artigos publicados por ano, com predominância de estudos desenvolvidos no estado de São Paulo, maior foco em crianças em idade escolar e delineamento transversal. Os artigos foram agrupados em três categorias conforme o desfecho de saúde mental avaliado (positivo, negativo ou ambos). As definições de parentalidade foram organizadas em 11 categorias. Conclusões: A parentalidade constitui tema de interesse recorrente na Psicologia. Os achados reforçam que as interações familiares, desde as etapas iniciais do desenvolvimento, podem favorecer tanto o fortalecimento quanto o adoecimento da saúde mental infantil.
Resumen (pt)
Objetivo: investigar la relación entre la parentalidad y desenlaces de salud mental infantil mediante una revisión de alcance. Criterios de elegibilidad: Se incluyeron 49 artículos sobre parentalidad y salud mental infantil en el contexto brasileño, de acuerdo con los criterios de inclusión establecidos.Fuentes de información: Las búsquedas se realizaron en las bases de datos Scientific Electronic Library Online (SciELO) y Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPSIC), utilizando palabras clave en portugués e inglés. Métodos de síntesis: Inicialmente, se identificaron 9,432 publicaciones. Los estudios elegibles fueron analizados en relación con los desenlaces de salud mental infantil investigados y las definiciones de parentalidad, organizadas mediante análisis de contenido. Resultados principales: Se observó un promedio de 3.5 artículos publicados por año, con predominio de estudios realizados en São Paulo, mayor enfoque en niños en edad escolar y diseño transversal. Los artículos se agruparon en tres categorías según el desenlace de salud mental infantil evaluado. Las definiciones de parentalidad se organizaron en 11 categorías. Conclusiones: La parentalidad constituye un tema de interés recurrente en la Psicología. Los hallazgos refuerzan que las interacciones familiares, desde las etapas iniciales del desarrollo, pueden favorecer tanto el fortalecimiento como el deterioro de la salud mental infantil.
Resumen (en)
Aim: investigate the relationship between parenting and children's mental health outcomes through a scoping review. Eligibility criteria: Brazilian studies on parenting and children's mental health that met the predefined eligibility criteria were included. A total of 49 articles were selected. Information sources: Searches were conducted in the Scientific Electronic Library Online (SciELO) and Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PEPSIC) databases using keywords in Portuguese and English. Methods of synthesis: Initially, 9,432 records were identified. Eligible studies were analyzed regarding the children's mental health outcomes investigated and the definitions of parenting, which were organized through content analysis. Main results: An average of 3.5 articles per year was observed, with a predominance of studies conducted in the state of São Paulo, a greater focus on school-aged children, and cross-sectional designs. The articles were grouped into three categories according to the children's mental health outcome assessed (positive, negative, or both). Definitions of parenting were organized into 11 categories. Conclusions: Parenting is a recurring topic of interest in Psychology. The findings reinforce that family interactions, from the earliest stages of development, may contribute either to the promotion or the impairment of children's mental health.
Referencias
Ainsworth, M. S. (1979). Infant–mother attachment. American Psychologist, 34(10), 932-937. https://doi.org/10.1037/0003-066X.34.10.932
Ainsworth, M. S., & Bowlby, J. (1991). An ethological approach to personality development. American Psychologist, 46(4), 333-341. https://doi.org/10.1037/0003-066X.46.4.333
Alvarenga, P., Magalhães, M. de O., & Gomes, Q. de S. (2012). Relações entre práticas educativas maternas e problemas de externalização em pré-escolares. Estudos de Psicologia (Campinas), 29(1), 33-42. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2012000100004
Alvarenga, P., Weber, L. N. D., & Bolsoni-Silva, A. T. (2016). Cuidados parentais e desenvolvimento socioemocional na infância e na adolescência: uma perspectiva analítico-comportamental. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 18(1), 4-21. https://doi.org/10.31505/rbtcc.v18i1.827
Assis-Fernandes, R. P., & Bolsoni-Silva, A. T. (2020). Educational social skills and repertoire of children differentiated by behavior and sex. Paidéia (Ribeirão Preto), 30, e3015. https://doi.org/10.1590/1982-4327e3015
Bargas, J. A., & Lipp, M. E. N. (2013). Estresse e estilo parental materno no transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Psicologia Escolar e Educacional, 17(2), 205-213. https://doi.org/10.1590/S1413-85572013000200002
Baumrind, D. (1966). Effects of authoritative parental control on child behavior. Child Development, 37(4), 887-907. https://doi.org/10.2307/1126611
Belsky, J. (1984). The determinants of parenting: A process model. Child Development, 55(1), 83-96. https://doi.org/10.2307/1129836
Benites, M. R., Cauduro, G. N., Vaz, L. V., Borges, É. P. K., Selau, T., & Yates, D. B. (2021). Orientação a práticas parentais: Descrição de um programa de intervenção individual breve. Psicologia: Ciência e Profissão, 41(esp 3), e192813. https://doi.org/10.1590/1982-3703003192813
Boas, A. C. V. B. V., & Bolsoni-Silva, A. T. (2010). Habilidades sociais educativas de mães separadas e sua relação com o comportamento de pré-escolares. Psico-USF, 15(3), 301-310. https://doi.org/10.1590/S1413-82712010000300004
Bolsoni-Silva, A. T. (2003). Habilidades sociais educativas, variáveis contextuais e problemas de comportamento: Comparando pais e mães de pré-escolares [Tese de doutorado, Universidade de São Paulo]. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59137/tde-10082004-134158/publico/doutorado.pdf
Bolsoni-Silva, A. T., & Loureiro, S. R. (2011). Práticas educativas parentais e repertório comportamental infantil: Comparando crianças diferenciadas pelo comportamento. Paidéia (Ribeirão Preto), 21(48), 61-71. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2011000100008
Bolsoni-Silva, A. T., & Loureiro, S. R. (2018). Predictors of social skills and behavioral problems in children. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 70(1), 86-97. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672018000100007&lng=pt&tlng=en
Bolsoni-Silva, A. T., & Loureiro, S. R. (2019a). Boys with internalizing and externalizing behavior problems: A case control study. Trends in Psychology, 27, 39-52. https://doi.org/10.9788/TP2019.1-04
Bolsoni-Silva, A. T., & Loureiro, S. R. (2019b). Práticas parentais: conjugalidade, depressão materna, comportamento das crianças e variáveis demográficas. Psico-USF, 24(1), 69-83. https://doi.org/10.1590/1413-82712019240106
Bolsoni-Silva, A. T., Loureiro, S. R., & Marturano, E. M. (2016). Comportamentos internalizantes: associações com habilidades sociais, práticas educativas, recursos do ambiente familiar e depressão materna. Psico, 47(2), 111-120. https://doi.org/10.15448/1980-8623.2016.2.20806
Bolsoni-Silva, A. T., Marturano, E. M., Barbosa, C. G., Paiva, M. M. de, Costa, N. L., & Santos, L. C. (2010). Práticas parentais e repertório infantil: Caracterização da demanda por atendimento e predição de abandono. Aletheia, (32), 121-133. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942010000200010&lng=pt&tlng=pt
Bolsoni-Silva, A. T., Pizeta, F. A., & Loureiro, S. R. (2023). Parenting practices, maternal depression and behavior problems: Associations, prediction and moderation. Paidéia (Ribeirão Preto), 33, e3334. https://doi.org/10.1590/1982-4327e3334
Bolsson, J. Z., & Benetti, S. P. da C. (2011). As manifestações de angústia e o sintoma na infância: Considerações psicanalíticas. Revista Subjetividades, 11(2), 555-589. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1518-61482011000200005&lng=pt&tlng=pt
Bowlby, J. (1989). Uma base segura: Aplicações clínicas da teoria do apego. Artes Médicas.
Bowlby, J. (1997). Formação e rompimento dos laços afetivos. Martins Fontes.
Bowlby, J. (2023). Uma base segura (M. Silva, Trad.). Artmed.
Brasil. (1990). Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm
Campeol, Â. R., & Pereira, C. R. R. (2021). Divórcio no contexto de guarda compartilhada: o olhar das crianças. Pensando Famílias, 25(2), 195-207. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-494X2021000200014&lng=pt&tlng=pt
Choi, K. W., Houts, R., Arseneault, L., Pariante, C., Sikkema, K. J., & Moffitt, T. E. (2019). Maternal depression in the intergenerational transmission of childhood maltreatment and its sequelae: Testing postpartum effects in a longitudinal birth cohort. Development and Psychopathology, 31(1), 143-156. https://doi.org/10.1017/S0954579418000032
Costa, F. P. M. D., Cunha, S. C. R., Colling, A. P. C., & Cardoso, C. D. O. (2022). Estilos parentais e a relação com traços de personalidade de crianças em idade escolar. Pensando Famílias, 26(1), 50-65. https://pepsic.bvsalud.org/pdf/penf/v26n1/v26n1a05.pdf
Costa, S. A. A., & Souza, M. L. D. (2022). Tarefa escolar: Suporte parental e desempenho nas funções executivas. Revista Psicopedagogia, 39(120), 377-387. https://doi.org/10.51207/2179-4057.20220041
Dalbem, J. X., & Dell’Aglio, D. D. (2005). Teoria do Apego: Bases conceituais e desenvolvimento dos modelos internos de funcionamento. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 57(1), 12-24. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1809-52672005000100003&script=sci_abstract
Darling, N., & Steinberg, L. (1993). Parenting style as context: An integrative model. Psychological Bulletin, 113(3), 487-496. https://doi.org/10.1037/0033-2909.113.3.487
Dascanio, D., Fontaine, A. M. G. V., Marturano, E. M., & Del Prette, Z. A. (2016). Crianças e adolescentes intoxicados por chumbo: Práticas maternas e problemas de comportamento. Avaliação Psicológica, 15(2), 217-225. https://doi.org/10.15689/ap.2016.1502.10
Dascanio, D., Rodrigues, O. M. R., & do Valle, T. G. M. (2010). Relação entre os estilos parentais e o desempenho intelectual de crianças com plumbemia. Avaliação Psicológica, 9(3), 461-470. http://hdl.handle.net/11449/133830
Fonsêca, P. N. da, Andrade, P. O. de, Santos, J. L. F. dos, Cunha, J. E. M., & Albuquerque, J. H. de A. (2014). Hábitos de estudo e estilos parentais: estudo correlacional. Psicologia Escolar e Educacional, 18(2), 337-345. https://doi.org/10.1590/2175-3539/2014/0182755
Goulart, V. R., & Wagner, A. (2012). Os conflitos conjugais na perspectiva dos filhos. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 65(3), 392-408. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672013000300006&lng=pt&tlng=pt
Grizólio, T. C., & Scorsolini-Comin, F. (2020). Como a mediação parental tem orientado o uso de internet do público infanto-juvenil? Psicologia Escolar e Educacional, 24, e217310. https://doi.org/10.1590/2175-35392020217310
Hassmann, A. H., & Antoni, C. de. (2021). Clima familiar na relação mãe-criança após exposição à violência por parceiro íntimo. Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais, 16(4), 1-16. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1809-89082021000400009&lng=n
Hoffman, M. L. (1975). Moral internalization, parental power, and the nature of parent-child interaction. Developmental Psychology, 11(2), 228-239. https://doi.org/10.1037/h0076463
Krentzman, A. R. (2013). Review of the application of positive psychology to substance use, addiction, and recovery research. Psychology of Addictive Behaviors, 27(1), 151-165. https://doi.org/10.1037/a0029897
Leme, V. B. R., & Bolsoni-Silva, A. T. (2010). Habilidades sociais educativas parentais e comportamentos de pré-escolares. Estudos de Psicologia (Natal), 15(2), 161-173. https://doi.org/10.1590/S1413-294X2010000200005
Lima, M. O. F. F., Costa, C. B. da, Pasinato, L., & Mosmann, C. P. (2024). Sintomas de ansiedade e depressão em crianças: Associações com o funcionamento familiar. Psicologia: Ciência e Profissão, 44, e261225. https://doi.org/10.1590/1982-3703003261225
Lins, T., & Alvarenga, P. (2015). Controle psicológico materno e problemas internalizantes em pré-escolares. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 31(3), 311-319. https://doi.org/10.1590/0102-37722015032092311319
Loos, H., & Cassemiro, L. F. K. (2010). Percepções sobre a qualidade da interação familiar e crenças autorreferenciadas em crianças. Estudos de Psicologia (Campinas), 27(3), 293-303. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2010000300002
Loos, V. N., Lopes, F. M., & Menezes, C. B. (2023). Relações entre suporte parental e reconhecimento de expressões faciais emocionais em pré-adolescentes. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 39, e39201. https://doi.org/10.1590/0102.3772e39201.pt
Macarini, S. M., Martins, G. D. F., Minetto, M. F. J., & Vieira, M. L. (2010). Práticas parentais: Uma revisão da literatura brasileira. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 62(1), 119-134. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672010000100013&lng=pt&tlng=pt
Maccoby, E. E., & Martin, J. A. (1983). Socialization in the context of the family: Parent-child interaction. Em P. H. Mussen, & E. M. Hetherington (Eds.), Handbook of child psychology (v. 4, pp. 1-101). Wiley.
Machado, R. N., Mello, R., & Féres-Carneiro, T. (2019). O brincar na relação parento-filial: um recurso de integração da filiação adotiva. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 10(3, Supl.), 141-155. https://doi.org/10.5433/2236-6407.2019v10n3suplp141
Malhado, S. de C. B., & Alvarenga, P. (2012). Relações entre o temperamento infantil aos oito meses e as práticas educativas maternas aos 18 meses de vida da criança. Estudos de Psicologia (Campinas), 29, 789-797. https://doi.org/10.1590/S0103-166X2012000500015
Marciano, R. P., Damaceno, N. S., & Amaral, W. N. do. (2024). Representações sociais sobre maternidade na reprodução humana assistida: Discursos de mulheres inférteis. Psicologia: Ciência e Profissão, 44, e258946. https://doi.org/10.1590/1982-3703003258946
Marin, A. H., Piccinini, C. A., Gonçalves, T. R., & Tudge, J. R. H. (2012). Parental child-rearing practices, behavior problems and pre-school children's social competence. Estudos de Psicologia (Natal), 17(1), 5-13. https://doi.org/10.1590/S1413-294X2012000100002
Marin, A. H., Silva, C. T. da, Andrade, E. I. D., Bernardes, J., & Fava, D. C. (2017). Competência socioemocional: conceitos e instrumentos associados. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, 13(2), 92-103. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-56872017000200004
Marques, A. (2015). A parentalidade excessiva e as implicações na aprendizagem. Construção Psicopedagógica, 23(24), 41-51. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-69542015000100004&lng=pt&tlng=pt
Martins, G. L. L., León, C. B. R., & Seabra, A. G. (2016). Estilos parentais e desenvolvimento das funções executivas: Estudo com crianças de 3 a 6 anos. Psico, 47(3), 216-227. https://doi.org/10.15448/1980-8623.2016.3.22480
Mello, R., Féres-Carneiro, T., & Magalhães, A. S. (2015). Das demandas ao dom: As crianças pais de seus pais. Revista Subjetividades, 15(2), 214-221. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2359-07692015000200005&lng=pt&tlng=pt
Meneses, L. W., Moré, C. L. O. O., & Barros, L. (2022). Parentalidade e promoção da saúde mental infantil: Uma revisão integrativa. Psicologia em Estudo, 27, e49121. https://doi.org/10.1590/0102.3772e38318.en
Minayo, M. C. de S. (Org.). (2001). Pesquisa social: Teoria, método e criatividade (18ª ed.). Vozes.
Mosmann, C., Costa, C. B. D., Silva, A. G. M. D., & Luz, S. K. (2018). Filhos com sintomas psicológicos clínicos: Papel discriminante da conjugalidade, coparentalidade e parentalidade. Trends in Psychology, 26, 429-442. https://doi.org/10.9788/TP2018.1-17Pt
Nunes, S. A. N., Faraco, A. M. X., & Vieira, M. L. (2013). Attachment and parental practices as predictors of behavioral disorders in boys and girls. Paidéia (Ribeirão Preto), 23(56), 369-378. https://doi.org/10.1590/1982-43272356201311
Oliveira, M. R., Silva, T. B. F., Pizeta, F. A., & Loureiro, S. R. (2021). Maternal depression, parental practices and child sex: Prediction of children’s behavior. Paidéia (Ribeirão Preto), 31, e3133. https://doi.org/10.1590/1982-4327e3133
Pereira Neto, É. F., & Grzybowski, L. S. (2020). Parentalidade e problemas emocionais e comportamentais: Análise transgeracional a partir da teoria de Murray Bowen. Pensando Famílias, 24(1), 96-112. https://pepsic.bvsalud.org/pdf/penf/v24n1/v24n1a08.pdf
Pinto-Cortez, C., Beyzaga, M., Cantero, M. F., Oviedo, X., & Vergara, V. (2018). Apego y psicopatología en adolescentes del norte de Chile. Revista de Psicología Clínica con Niños y Adolescentes, 5(3), 23-29. https://doi.org/10.21134/rpcna.2018.05.3.3
Portes, J. R. M., Vieira, M. L., Souza, C. D. de, & Kaszubowski, E. (2020). Parental styles and coparenting in families with children with autism: Cluster analysis of children’s behavior. Estudos de Psicologia (Campinas), 37, e190143. https://doi.org/10.1590/1982-0275202037e190143
Quiterio, P. L., Leme, V. B. R., Carmo, M. M. I. D. B. D., Silva, J. P. D., & Camelo, B. D. L. (2021). Programa de orientação familiar desenvolvido no serviço de psicologia aplicada de uma universidade pública. Psicologia Clínica, 33(1), 119-139. https://doi.org/10.33208/PC1980-5438v0033n01A06
Reis, M. A., & Landim, I. (2021). Relação entre ansiedade social infantil e o uso de controle coercitivo por pais e/ou cuidadores. Contextos Clínicos, 14(1), 73-97. https://doi.org/10.4013/ctc.2021.141.04
Rovaris, J. A., & Bolsoni-Silva, A. T. (2021). Comparação de comportamentos maternos e infantis diferenciados pelo sexo, escolaridade e problemas de comportamento. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 14(1), 1-29. https://doi.org/10.36298/gerais202114e15816
Sampaio, I. T. A., & Gomide, P. I. C. (2007). Inventário de Estilos Parentais (IEP) - Gomide (2006): Percurso de padronização e normatização. Psicologia Argumento, 25(48), 15-26. https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/19675
Schavarem, L. D. N., & Toni, C. G. D. S. (2019). A relação entre as práticas educativas parentais e a autoestima da criança. Pensando Famílias, 23(2), 147-161. https://pepsic.bvsalud.org/pdf/penf/v23n2/v23n2a12.pdf
Schwartz, F. T., & Pacheco, J. T. B. (2021). Mediação parental na exposição às redes sociais e a internet de crianças e adolescentes. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 21(1), 217-235. https://doi.org/10.12957/epp.2021.59383
Sebastião, A. S. P., Rodrigues, A. P. C. S., Pizeta, F. A., & Loureiro, S. R. (2020). Intact nuclear families: Associations between parental styles and school children’s behavior. Psico-USF, 25(1), 115-126. https://doi.org/10.1590/1413-82712020250110
Silva, A. C. P. D., Cassel, P. A., Patias, N. D., & Abaid, J. L. W. (2020). Prática em educação parental: impacto das intervenções na visão de mães. Pensando Famílias, 24(2), 61-74. https://pepsic.bvsalud.org/pdf/penf/v24n2/v24n2a06.pdf
Toni, C. G. de S., & Hecaveí, V. A. (2014). Relações entre práticas educativas parentais e rendimento acadêmico em crianças. Psico-USF, 19(3), 511-521. https://doi.org/10.1590/1413-82712014019003013
Tricco, A. C., Lillie, E., Zarin, W., O'Brien, K. K., Colquhoun, H., Levac, D., Moher, D., Peters, M. D. J., Horsley, T., Weeks, L., Hempel, S., Akl, E. A., Chang, C., McGowan, J., Stewart, L., Hartling, L., Aldcroft, A., Wilson, M. G., Garritty, C., Lewin, S., … Straus, S. E. (2018). PRISMA Extension for Scoping Reviews (PRISMA-ScR): Checklist and Explanation. Annals of Internal Medicine, 169(7), 467-473. https://doi.org/10.7326/M18-0850
World Health Organization. (2022). World mental health report: Transforming mental health for all. World Health Organization. https://iris.who.int/handle/10665/356119
Zanetti, S. A. S., & Gomes, I. C. (2014). Relação entre funções parentais e o comportamento de crianças pré-escolares. Boletim de Psicologia, 64(140), 1-20. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0006-59432014000100002&lng=pt&tlng=pt
Cómo citar
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Si un artículo es aceptado, los autores/as conservarán sus derechos de autor y garantizarán a la revista el derecho de primera publicación de su obra, en este caso los derechos patrimoniales de publicación y reproducción, en medios impresos y digitales que permitan el acceso público a la obra, mediante la licencia Creative Commons, son del editor.
No obstante, un autor o un tercero pordrá adquirir el permiso de reproducción o adaptación siempre y cuando se de el crédito apropiado, proporcione un enlace a la licencia, e indique si se han realizado cambios
- Los autores/as conservarán sus derechos de autor y garantizarán a la revista el derecho de primera publicación de su obra, el cuál estará simultáneamente sujeto a la Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional (CC BY-NC-SA 4.0)
, que permite a terceros compartir la obra siempre que se indique su autor y su primera publicación esta revista. - Los autores/as podrán adoptar otros acuerdos de licencia no exclusiva de distribución de la versión de la obra publicada (p. ej.: depositarla en un archivo telemático institucional o publicarla en un volumen monográfico) siempre que se indique la publicación inicial en esta revista.
- Se permite y recomienda a los autores/as difundir su obra a través de Internet (p. ej.: en archivos telemáticos institucionales o en su página web) después del proceso de publicación, lo cual puede producir intercambios interesantes y aumentar las citas de la obra publicada.




